AlienWatch
Society & Culture4 de out. de 2026

Uma mala guardada durante anos e um apelo por testemunhos de orbes de plasma

Uma pasta com material inédito sobre OVNIs foi encaminhada ao arquivo da MUFON; em paralelo, o investigador Robert Hastings busca casos para o seu próximo livro.

Uma mala guardada durante anos e um apelo por testemunhos de orbes de plasma

À hora marcada, a cena tem poucos elementos: um domingo, 27 de setembro de 2026, por volta das três da tarde, numa cafeteria de Boonton, Nova Jersey (Estados Unidos). Bob Spearing, um dos diretores da Mutual UFO Network (MUFON), viajou mais de uma hora para se encontrar com duas pessoas e receber delas uma mala que, segundo o relato, permanecera trancada durante anos. O encontro é descrito como exclusivo e altamente confidencial. Tudo começara com um e-mail misterioso enviado por uma mulher chamada Cara, que dizia ter a pasta em sua posse.

A história da mala recua a outros dois nomes. Segundo o texto divulgado pela MUFON, ela pertenceu ao falecido John Rohlman e à sua irmã, Edith Hiawatsch, que escreviam juntos um livro com informações apresentadas como inéditas sobre o fenômeno OVNI. O relato interrompe-se justamente no ponto em que narra o falecimento de John. O que a pasta continha, por que esteve guardada e como chegou às mãos de Cara não são detalhados no material disponível; o que se afirma é que a peça foi encaminhada ao arquivo da MUFON.

Noutra frente, o investigador Robert Hastings procura testemunhos de pessoas que afirmem ter tido encontros com orbes de aparência plasmática e comportamento aparentemente consciente. O objetivo declarado é reunir casos novos para o seu próximo livro, dedicado a diferentes formas de contato com supostas inteligências não humanas. Segundo a informação publicada, Hastings investiga há mais de quatro décadas incidentes OVNI relacionados com instalações de armas nucleares norte-americanas e, nesse período, entrevistou mais de 160 veteranos.

Os dois episódios não aparecem ligados nos relatos disponíveis, mas convergem num mesmo gesto: a recolha de testemunhos e de papéis por redes civis de investigação. De um lado, um único objeto entregue em mãos; de outro, uma busca por relatos dispersos. Em ambos os casos, o que se torna público é o movimento — a convocação, a entrega — e não o conteúdo. Hastings procura narrativas de encontros que as pessoas dizem ter vivido; a mala de Nova Jersey é descrita como informação inédita que ainda não foi divulgada. Nenhum dos relatos descreve verificação independente do material nem das experiências.

Fica a imagem: sobre uma mesa de cafeteria em Boonton, um objeto muda de mãos, e o que ele guarda continua fora de vista.